quarta-feira, 26 de agosto de 2015

Pesquisa mostra que mais da metade dos brasileiros está acima do peso

A Pesquisa Nacional de Saúde (PNS) pesou e mediu a circunferência da cintura dos entrevistados e os dados demonstram que 56,9% dos brasileiros com 18 anos ou mais estão acima do peso, o que representa 82 milhões de pessoas. O índice é superior ao calculado em 2003 pela POF/IBGE, que registrou 42%. O número de pessoas com excesso de peso e obesidade é resultado das mudanças no padrão de alimentação do brasileiro, bem como o menor tempo dedicado a atividades físicas. A PNS é realizada pelo Ministério da Saúde, em parceria com o IBGE.
De acordo com o Ministério da Saúde, também é preocupante a massa de gordura abdominal, que pela primeira vez foi medida por uma pesquisa no Brasil. Mais da metade das mulheres (52,1%) apresentaram prevalência superior de obesidade abdominal, com cintura acima de 88 cm, segundo parâmetros da Organização Mundial de Saúde. O índice é menor entre os homens: 21,8% têm a cintura acima de 102 cm, o que aponta circunferência aumentada no caso masculino.

Essa medida é importante porque está associada a doenças como obesidade, hipertensão e diabetes, que levam a problemas cardíacos. O público feminino também foi o que registrou maior índice de obesidade. Uma em cada quatro mulheres (24,4%) brasileiras estão obesas. Esse índice era 14% em 2003. Entre os homens o percentual é menor, 16,8%.

Já a pressão alta atinge mais os homens. O estudo mediu a pressão dos entrevistados, algo inédito para um levantamento desta escala, e apontou que 22% dos brasileiros têm pressão arterial elevada. O índice sobe para 25,3% entre homens e, nas mulheres, fica em 19,5%.

PROMOÇÃO DA SAÚDE – O excesso de peso e obesidade são fatores de risco para Doenças Crônicas Não Transmissíveis, que constituem um problema global de saúde e corresponderam por 74% dos óbitos no Brasil no ano de 2012. Já a hipertensão é uma das principais causas de morbidade cardiovascular e fator de risco para complicação de AVC, Acidente Vascular Cerebral. A doença causa 7,5 milhões de mortes no mundo, equivalente a 12,8% do total. Por meio do Farmácia Popular, a população tem acesso a seis medicamentos para hipertensão.

O Ministério da Saúde firmou, em 2011, o Plano de Ações Estratégicas para o Enfrentamento das Doenças Crônicas Não Transmissíveis no Brasil (2011-2022), com o objetivo de deter o avanço das doenças crônicas e os fatores de risco, com ações também voltadas às crianças. A meta é reduzir em 2% ao ano o número de mortes por estas doenças. Uma das principais ações é a expansão da atenção básica responsável por resolver até 80% dos problemas de saúde. O investimento nesta área cresceu 106% em quatro anos, chegando a R$ 20 bilhões em 2014. São quase 40 mil equipes de Saúde da Família, capazes de atender 60% da população.

Também são realizadas ações de promoção à saúde com mais de 18 milhões de alunos do Ensino Fundamental por meio do Programa Saúde na Escola. Em 2014, mais de 4.000 municípios que participam da iniciativa adotaram também medidas nas creches para avaliação antropométrica e promoção de alimentação saudável das crianças de até dois anos. A partir de acordo firmado entre Ministério da Saúde e as indústrias de alimentação foi possível retirar entre 2011 e 2014, 7.652 toneladas de sódio da mesa do brasileiro.

Sobre o incentivo à prática de atividade física destaca-se o Programa Academia da Saúde, que já conta com 1.568 polos com equipamentos e profissionais qualificados e a publicação do guia alimentar a população brasileira que orientam as famílias a optarem por refeições caseiras.

Fonte: Agência Saúde/Ministério da Saúde

quarta-feira, 1 de abril de 2015


 
 Denise Franco, colunista da SBD e membro do Núcleo de Tecnologia, comenta o assunto em matéria publicada no portal do M de Mulher, da editora Abril.
Pessoas com qualquer um dos dois tipos de diabete estão mais propensas a sofrer uma série de doenças de pele que, se não tratadas, podem resultar, em casos mais graves, em amputação. Veja como evitar esses sérios problemas.
O diabete se expande pelo mundo num ritmo tão acelerado que em breve pode ganhar o funesto status de epidemia. No mundo todo, são 347 milhões de diabéticos, segundo estimativa da Organização Mundial da Saúde (OMS). Aqui no Brasil, 7,4% da população sofre com a doença, de acordo com pesquisa do Ministério da Saúde realizada em 2012. São números elevados e preocupantes porque o diabete é um dos principais fatores de risco para doenças cardiovasculares e a principal causa de cegueira e falência dos rins, por exemplo. Não menos importante é a relação entre o distúrbio e a amputação de membros, do qual ele é o maior responsável.
A relação se explica porque todas as células do corpo são afetadas pelo alto índice glicêmico do diabético, incluindo as da pele. Essas alterações fazem com que haja maior propensão a sofrer lesões e à incidência de doenças como infecções por fungos e bactérias na pele. Se não forem observados e tratados corretamente, esses problemas podem evoluir e resultar em amputação.

Por que a pele do diabético é diferente?
Existem dois tipos de diabete. O tipo 1 é uma doença autoimune manifestada mais frequentemente entre crianças e adolescentes. Nela, a parte do pâncreas que produz insulina é atacada pelo próprio organismo e a pessoa precisa de doses diárias de insulina. O tipo 2, o mais comum na população, é uma doença crônica caracterizada pela resistência à ação da insulina e pela queda na sua produção. Os fatores de risco para o seu surgimento são obesidade, sedentarismo, herança genética, hipertensão, tabagismo, ovário policístico, e colesterol e triglicérides altos.
Nos dois casos, a ausência ou insuficiência de insulina faz com que a glicose não entre nas células e o açúcar fica de fora, sobrando na circulação. "A insulina é muito importante para a pele porque ajuda, por exemplo, no crescimento dos queracinócitos, as células da pele", explica a dermatologista Flávia Ravelli, de São Paulo. Para a pele, essa alta taxa glicêmica, portanto, acarreta diversas consequências, como explicam, a seguir, Flávia e a endocrinologista Denise Reis Franco, de São Paulo.
Mais fina e menos elástica
Com o crescimento dos queracinócitos prejudicado, a pele perde espessura e elasticidade.
Cicatrização lenta
A glicemia alta provoca uma reação inflamatória nos vasos sanguíneos. "Enquanto nos vasos grandes a possível consequência dessa inflamação é a doença cardiovascular, no caso dos vasos pequenos, que nutrem a pele, ela prejudica a irrigação", explica Denise. Assim, a cicatrização de lesões na pele é mais lenta.
Perda de sensibilidade
Os nervos, embebidos em glicose e sem irrigação sanguínea adequada, ficam mais macios e não funcionam perfeitamente. O efeito é a perda de parte da sensibilidade da pele, além de coceiras generalizadas e da sensação de agulhamento (como se a pele estivesse sendo espetada).
Infecções
"No diabético, o sistema imunológico não funciona corretamente, o que aumenta a chance de infecções", diz Flávia. Elas podem ser causadas tanto por bactérias quanto por fungos, como é o caso das micoses e frieiras.
Acantose nigricans
Quando o organismo não consegue gerar insulina, paradoxalmente começa a produzir uma substância chamada fator de crescimento de insulina. Ela provoca a acantose nigricans, doença de pele na qual as regiões de dobras, como pescoço e axilas, ficam escurecidas.
Dermatites
A função de barreira para evitar a perda de água pelo organismo não funciona corretamente no diabético. O resultado é uma pele desidratada, propensa ao surgimento de dermatites.
Vitiligo
"Quem sofre de diabete tipo 1 tem mais chances de desenvolver outra doença autoimune", afirma Denise. É o caso do vitiligo, doença de pele na qual o próprio organismo ataca as células de pigmentação da pele e causa manchas brancas pelo corpo.
Pé diabético
A pele do diabético, portanto, está mais propensa a sofrer lesões e infecções de todo tipo. A combinação desse fator com outro, a sensibilidade cutânea deficiente, pode culminar num problema gravíssimo: o pé diabético. "Uma simples pedra no sapato pode machucar a pele e a pessoa não percebe porque tem pouca sensibilidade nas extremidades", explica Flávia. "A lesão evolui para uma infecção e, como a pele não recebe irrigação suficiente para recuperar o tecido lesionado, a infecção vai avançando até atingir músculo, gordura e até os ossos". Quando a situação chega a esse ponto, o pé precisa ser amputado para que a infecção não se espalhe pelo corpo.
Como se prevenir
- Examine a pele
A principal medida de prevenção é examinar a pele, sobretudo dos pés, pela manhã e à noite. Procure por micoses entre os dedos, pequenas lesões e feridas pelo corpo e, se encontrá-las, vá ao médico assim que possível.
- Hidrate-se
Beba bastante água e use hidratante para a pele todos os dias para evitar a desidratação. "Um bom ritual diário é lavar os pés com água e sabão, secar bem e espalhar hidratante hipoalergênico, sem cheiro e dermatologicamente testado. Com esse procedimento, o diabético já vai acabar fazendo a inspeção da pele", sugere Flávia.
- Cuide dos sapatos
Use calçados confortáveis, de preferência os produzidos especialmente para diabéticos. Antes de calçar, cheque cada um em busca pedrinhas ou qualquer alteração na palmilha que possa machucar a sola dos pés.
- Procure um podólogo
Se possível, contrate um serviço especializado para cortar as unhas. Um simples corte ou "bife" arrancado durante o processo pode acarretar em infecção.
Fonte: MdeMulher

segunda-feira, 23 de fevereiro de 2015

A SEGURANÇA DA METFORMINA NO CONTROLE DO DIABETES GESTACIONAL




O uso de metformina durante a gravidez ainda é controverso, apesar do número crescente de relatos sobre a segurança e a efetividade da metformina. O presente estudo avaliou a segurança materna e neonatal da metformina em pacientes com diabetes gestacional.
Foram analisados os prontuários clínicos de 186 mulheres com diabetes gestacional. Os desfechos maternos e fetais de 32 mulheres que receberam metformina durante a gravidez foram comparados a 121 mulheres controladas com dieta e a 33 mulheres que receberam tratamento insulínico.
Os resultados mostraram que não houve diferenças significativas entre os grupos submetidos ao tratamento dietético e ao tratamento com metformina, em termos de taxas de aborto, pré-maduridade, pré-eclâmpsia, macrossomia, tamanho pequeno ou grande para a idade gestacional, frequência de cesarianas, admissões à UTI neonatal, malformações congênitas ou danos neonatais. Da mesma forma, não houve diferenças entre os grupos de metformina e insulina, em relação aos mesmos parâmetros mencionados acima. Dez das 32 pacientes que receberam metformina também necessitaram de tratamento adicional com insulina.
Os autores concluíram que este estudo retrospectivo sugere que a metformina é uma alternativa segura ou um tratamento adicional à insulina em mulheres com diabetes gestacional. A metformina não esteve associada a um risco mais alto de complicações maternas ou neonatais, em comparação com o tratamento dietético ou insulínico.
Fonte: SBD - Dr. Augusto Pimazoni Netto

quarta-feira, 4 de fevereiro de 2015

BAIXOS NÍVEIS SÉRICOS DE VITAMINA D PODEM SER PREDITORES DE COMPLICAÇÕES DO DIABETES TIPO 2 (DM2)

Pessoas com diabetes frequentemente desenvolvem doença vascular. O presente estudo investigou a correlação entre níveis séricos de vitamina D e risco cardiovascular (incluindo infarto do miocárdio e acidente vascular cerebral), bem como em relação às complicações microvasculares (incluindo retinopatia, nefropatia, neuropatia e amputação).
Nada menos que 50% dos pacientes de um estudo observacional com 5 anos de duração apresentava baixas concentrações séricas de vitamina D, conforme indicado por uma concentração mediana dessa vitamina, da ordem de 49 nmol/L. Esses pacientes com concentrações inferiores a 50 nmol/L apresentaram uma incidência cumulativa mais alta de eventos macrovasculares e microvasculares, em comparação com aqueles pacientes com níveis séricos acima de 50 nmol/L. Uma análise multivariada estratificada por tratamento e ajustada para interferentes relevantes identificou a concentração sérica de vitamina D como um preditor independente de eventos macrovasculares. Níveis abaixo de 50 nmol/L promoveram um aumento significativo de 23% no risco de complicações macrovasculares. Da mesma forma, o risco de complicações microvasculares também foi 18% maior nessa população de maior risco.
Os autores concluíram que baixas concentrações de vitamina D estão associadas a um risco aumentado de eventos micro e macrovasculares em pacientes com DM2, porém, a relação causal ainda não foi precisamente estabelecida.
Fonte:Site SBD - Dr. Augusto Pimazoni Netto

quinta-feira, 11 de dezembro de 2014

BEBIDAS ALCOÓLICAS E DIABETES



Uma pergunta frequente no consultório sempre que alguém recebe o diagnóstico de diabetes mellitus é: “Posso beber um vinho ou uma cervejinha vez ou outra? Quanto posso beber?” Antes de responder esta dúvida frequente, é importante conhecermos algo chamado de “paradoxo clínico do álcool”.
O consumo de álcool pode causar doenças e aumentar o risco de morte. Por outro lado, o álcool também pode ajudar a prevenir problemas de saúde e aumentar a longevidade. Ora, como pode a mesma substância fazer mal e bem ao mesmo tempo? Chamamos isso de paradoxo clínico do álcool. O que define se o álcool fará bem ou mal é a quantidade e a maneira com que é consumido.
Para quem ainda não é diabético, o consumo de álcool em doses moderadas pode ajudar a prevenir a doença. Uma revisão de 15 estudos publicada na revista médica Diabetes Care em 2005 mostrou que o consumo diário de até 48 gramas de álcool (o equivalente a duas taças de vinho ou duas garrafas de cereja) estava associado a redução de 30% no risco de diabetes. Aparentemente, doses em torno de 30 gramas de álcool melhoram a sensibilidade a insulina, isto é, facilitam o funcionamento deste hormônio que ajuda nossas células a usar a glicose, o “açúcar do sangue”.
Em pacientes que já são diabéticos, o consumo moderado de álcool também pode ser benéfico. Um estudo israelense publicado em 2007 também na revista Diabetes Care evidenciou que o consumo de uma taça de vinho tinto ou branco todos os dias foi capaz de baixar a glicemia em jejum em 20 mg/dL durante os 3 meses de seguimento. Outro estudo, publicado na revista JAMA, com mais de 900 pacientes diabéticos idosos mostrou que o consumo de pelo menos 14 gramas de álcool por dia foi capaz de reduzir o risco de morte por doenças isquêmicas do coração em cerca de 80%.
No entanto, o consumo de álcool não é bom para todos os pacientes diabéticos. Pacientes com sintomas causados por doenças nos nervos periféricos (neuropatia diabética) ou com hipoglicemias (quedas de glicose) frequentes podem apresentar piora desses sintomas. Mulheres com histórico familiar de câncer de mama e qualquer paciente com potencial para abuso de substâncias também devem ter o consumo desencorajado.
Por fim, grande parte do conhecimento sobre o consumo de álcool vem de estudos epidemiológicos. Isto quer dizer que são estudos sujeitos a falhas metodológicas e que os resultados devem ser interpretados com cautela. Apesar disso, e respondendo a pergunta inicial, à luz do conhecimento científico atual, o paciente diabético pode sim beber uma cervejinha sem maiores preocupações, desde que na dose apropriada e após avaliação do seu endocrinologista.
Fonte:Site SBD - Dr. Mateus Dornelles Severo

quinta-feira, 27 de novembro de 2014

Nova insulina com duração de 42 horas, dispensa horário fixo para aplicação





Nem todos os diabéticos utilizam insulina para controlar a doença, mas o grupo que precisa do hormônio para sobreviver sabe que é extremamente importante aplicar o medicamento na hora certa. A boa notícia é que já está disponível no mercado brasileiro uma insulina com duração de até 42 horas e sem necessidade de horário fixo para a aplicação da dose.
Comercializada pela farmacêutica dinamarquesa Novo Nordisk com o nome de Tresiba (degludeca), a insulina basal de ação ultralonga tem efeito pleno e estável, ou seja, sem picos glicêmicos e promete facilitar a adesão ao tratamento, diz o endocrinologista Freddy Eliaschewitz, diretor do CPClin (Centro de Pesquisas Clínicas), de São Paulo.
― Depois do antibiótico, a insulina é o que mais salvou vidas na história da humanidade. No ano 2000, com o lançamento dos análogos de insulina de ação lenta, o controle do diabetes melhorou muito, mas não o suficiente. Com a chegada de uma insulina com maior tempo de duração, esperamos melhorar a qualidade de vida e proporcionar mais flexibilidade ao paciente.
Atualmente, o mercado brasileiro comercializa insulina com o máximo de tempo de duração de 24 horas. Embora a aplicação de Tresiba precise ser diária, como todas que existem hoje em dia, a vantagem é poder escolher o horário para tomar a dose, “sem a necessidade de ajustar o seu dia em função do medicamento”, enfatiza Eliaschewitz.
― É importante lembrar que o papel da insulina basal [ação lenta e ultralonga] é diferente da insulina de ação rápida. Enquanto a primeira controla a taxa de glicose produzida pelo fígado ao longo do dia, a outra é usada antes das refeições.
Outro benefício do novo produto é a redução dos episódios de hipoglicemia, especialmente noturna, comuns nos pacientes com diabetes que usam insulina, avisa o endocrinologista Antônio Roberto Chacra, chefe do Centro de Diabetes da Unifesp (Universidade Federal de São Paulo).
― A hipoglicemia é uma das principais barreiras para o paciente aderir à insulinoterapia. Além disso, ele associa o uso do medicamento ao agravamento do quadro, quando na realidade é uma forma de controlar melhor a doença.
A hipoglicemia é a queda da taxa de açúcar no sangue, sendo que os sintomas do quadro costumam aparecer quando essa taxa está abaixo de 70 mg/dl. Entre os sinais do quadro, Chacra cita “tremor, taquicardia, sensação de fome, sudorese, tontura e até coma”.
― Para reverter a situação, a recomendação é que o paciente consuma açúcar, como um copo de suco de laranja, bala, refrigerante normal ou algum alimento doce.
Tratamento para diabetes que desacelera consumo de insulina pode ser possível
A insulina Tresiba já está disponível em todo o Brasil pelo preço sugerido de R$ 120. Por enquanto, a Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) ainda não autorizou o uso em crianças e grávidas.
Fonte: site Tia Beth

quinta-feira, 6 de novembro de 2014

Para 2014, a organização do Dia Mundial do Diabetes (14/11) no Brasil decidiu trabalhar três temas. Desta forma, foram desenvolvidos cartazes visando a prática da atividade física, a adoção de uma alimentação saudável e a educação em diabetes. Esses três pilares são fundamentais para a manutenção de uma vida saudável, pelos pacientes com diabetes.