quinta-feira, 26 de novembro de 2015

Diabetes: Saiba como reduzir a exposição aos fatores de risco

Algumas atitudes simples ajudam a reduzir os riscos do Diabetes‬. Saiba quais são eles e compartilhe!
- Controle os níveis de colesterol e de pressão arterial
- Aumente a ingestão de fibras
- Pratique atividades físicas regularmente
- Cesse o tabagismo
- Diminua o consumo de bebidas alcoólicas
- Diminua a ingestão de gorduras, principalmente as saturadas
Fonte: Ministério da Saúde

quarta-feira, 25 de novembro de 2015

Conheça as opções terapêuticas para quem tem Diabetes

Os medicamentos para tratar diabetes são vários, dos anos 2000 até o momento surgiram novas drogas que podem ser usadas em conjunto com a insulina ou não. A escolha da medicação é feita pelo médico endocrinologista ou clínico especialista em diabetes de acordo com as características da pessoa com diabetes: a idade, o peso, o tempo de doença entre outras, além dos custos das medicações. O mais importante no tratamento, porém, é a boa aderência: usar corretamente a medicação prescrita, praticar os exercícios físicos, as escolhas alimentares saudáveis, realizar a automonitorização da glicemia e comparecer às consultas periódicas.

Lembre-se, você é o principal interessado no seu bem estar!! Seja o protagonista do seu tratamento!

Fonte: Dra. Eliziane Leite, endocrinologista e Responsável Técnico da Clínica Diabetes Brasília


terça-feira, 24 de novembro de 2015

Saiba como conviver bem com o Diabetes

No tratamento do Diabetes Tipo 2, após iniciado o processo de educação alimentar aliada à prática de exercícios físicos adequados, o médico vai ajustar os medicamentos. Para oferecer as melhores escolhas do conjunto de medicamentos, a pessoa com diabetes deve fazer a automonitorização da glicose, que é feita pelas medidas da glicose na ponta do dedo em casa pelo próprio paciente oufamiliar, e exames de laboratório como a hemoglobina glicada. Existem metas para o bom controle do diabetes que são as variações da glicose no sangue durante o dia e da hemoglobina glicada que são definidas pelo médico assistente.

Lembre-se, você é o principal interessado no seu bem estar!! Seja o protagonista do seu tratamento.

Fonte: Dra. Eliziane Leite, endocrinologista e Responsável Técnico da Clínica Diabetes Brasília

segunda-feira, 23 de novembro de 2015

Diabetes Tipo 2: Opções para o tratamento

O diabetes tipo 2 na fase inicial quase não causa sintomas, não incomoda. Por essa razão muita gente deixa de usar os remédios, fazer os exercícios e não valoriza as recomendações dos bons hábitos na alimentação. Entretanto lenta e silenciosamente os problemas vão se instalando: dores e dormências nos pés, falhas na ereção, cansaço físico, alterações na retina que podem levar a perda de visão, perda de proteína pelos rins, avanços das placas de colesterol nas artérias que podem causar derrames e risco de morte por infarto do miocárdio. Problemas cardiovasculares são a causa de óbito de mais de 80% dos pacientes com diabetes. Diabetes tem tratamento, consulte o endocrinologista logo que descobrir a doença.

Fonte: Dra. Eliziane Leite, endocrinologista e Responsável Técnico da Clínica Diabetes Brasília



Informação: a chave para a qualidade de vida para quem tem Diabetes

‪Informação de qualidade é fundamental para que a pessoa tenha conscientização sobre o que é o diabetes. Hoje, a Diabetes Brasília orienta onde você pode acompanhar:
1. Faça leituras e amplie seus conhecimentos em sites oficiais como o da Sociedade Brasileira de Diabetes (www.diabetes.org.br) e Fiocruz (www.portal.fiocruz.br/pt-br/diabetes). Os sites internacionais da American Diabetes Association (www.diabetes.org) e International Diabetes Federation (www.idf.org);
2. Participe das reuniões de educação promovidas pela equipe ou clínica que você escolheu para se tratar. Informe-se com seu médico; 
3. Participe dos encontros científicos promovidos por associações de diabetes, de órgãos públicos, dos setores de saúde das empresas privadas ou das operadoras de planos de saúde; 
4. Na dúvida quanto à fonte de informações, questione aos profissionais de saúde que o acompanham da qualidade da informação
Lembre-se, você é o principal interessado no seu bem estar!!
Fonte: Dra. Eliziane Leite, endocrinologista e Responsável Técnico da Clínica Diabetes Brasília

quinta-feira, 19 de novembro de 2015

Convivendo com o Diabetes: Dicas para o seu bem estar

O Diabetes é uma doença crônica e vai acompanhar a pessoa por toda vida e exige conhecimento. Por isso, a Dra. Eliziane Leite, endocrinologista e Responsável Técnico da Clínica Diabetes Brasília, dá algumas dicas de como aproveitar o momento da consulta:
1. Faça uma lista com suas dúvidas para perguntar ao seu médico, nutricionista, enfermeiro ou outro membro da equipe;
2. Retorne a consulta mensalmente até que você esteja seguro e com bom controle da glicose. Após a fase inicial do diagnóstico procure ter regularidade e consulte-se a cada três ou quatro meses;
3. Sempre que comparecer a consulta leve a receita anterior ou os medicamentos que está usando para conferir doses e dúvidas
4. Importante! Levar seu glicosímetro (medidor de glicose no sangue) ou as anotações das glicemias do período que antecedeu a consulta para análise;
5. Escute atentamente e tome nota das orientações e conselhos para a boa convivência com o diabetes;
Lembre-se, você é o principal interessado no seu bem estar!! Seja o protagonista do seu tratamento!

Tratamento do Diabetes Tipo 2

Um dos grandes desafios é vencer a obesidade que está presente em muitas pessoas com Diabetes Tipo 2. A educação para mudanças dos maus hábitos alimentares e do sedentarismo serão sempre enfatizados. Inicialmente é recomendado o uso de mais de um tipo de comprimidos que devem ser tomados diariamente mais de uma vez ao dia e algumas pessoas associados a medicações injetáveis que não são insulinas.
Quando a insulina é necessária?
1. Após 10 ou 20 anos do diagnóstico em geral a produção de insulina acaba e é necessária a reposição de insulina, mas para algumas pessoas pode acontecer mais cedo;
2. A insulina pode ser recomendada já no diagnóstico, quando as glicemias estão muito elevadas e a pessoa com muitos sintomas;
3. De forma temporária quando se está em uso de outros medicamentos que aumentam o açúcar no sangue como o uso de corticoides ou quimioterápicos, na gravidez e nas cirurgias.
A introdução de insulina é necessária quando apesar do uso de mais de um tipo de medicação oral e injetável não se mantém as glicemias de jejum abaixo de 130 mg/dL, duas horas após refeição abaixo de 160 mg/dL e hemoglobina glicada abaixo de 7%.
Lembre-se: Você é o principal interessado no seu bem estar! Seja o protagonista do seu tratamento!

Fonte: Dra. Eliziane Leite, endocrinologista e Responsável Técnico da Clínica Diabetes Brasília