quarta-feira, 13 de novembro de 2013
segunda-feira, 11 de novembro de 2013
Orientações básicas para aplicação de insulina
O diabetes é uma doença em que ocorre aumento da glicemia (açúcar no sangue). Isso acontece porque o pâncreas não é capaz de produzir o hormônio insulina em quantidade suficiente para suprir as necessidades do organismo, ou porque este hormônio não é capaz de agir de maneira adequada (resistência à insulina). A insulina promove a redução da glicemia ao permitir que o açúcar que está presente no sangue possa penetrar dentro das células para ser utilizado como fonte de energia. Portanto, se houver falta desse hormônio, ou mesmo se ele não agir corretamente, haverá aumento de glicose no sangue e, consequentemente, o diabetes.
Para aplicação da insulina:
- Deve ser diretamente no tecido subcutâneo (camada de células de gordura), logo abaixo da pele. A espessura da pele gira em torno de 1,9 a 2,4 milímetros (mm) nos locais de aplicação da insulina. Como a ideia é ultrapassá-la, sem, contudo, atingir os músculos, as agulhas utilizadas podem ter 4, 5, 6 ou, no máximo, 8 mm.
- O ângulo varia em função da quantidade de gordura da área de aplicação. Por exemplo, no caso de uma pessoa magra e com pouca gordura na região de aplicação, corre-se maior risco de atingir os músculos quando se utiliza agulha mais longa e ângulo de aplicação de 90° em relação à superfície da pele. Nesses casos, pode-se optar por uma agulha mais curta, fazer uma prega cutânea (de pele) e aplicar em ângulo de 45°.
- A prega de pele é utilizada para evitar que a agulha atinja os músculos que se situam logo abaixo do tecido adiposo (camada de células de gordura). Isso porque no músculo a insulina pode ser absorvida mais rapidamente, provocando hipoglicemia (redução acentuada do açúcar no sangue). É preferível, quando disponível, usar as agulhas mais curtas e mais finas.
Etapas para aplicação da insulina:
- Passar álcool a 70% no local de aplicação, com movimento em sentido único;
- Fazer a prega subcutânea no local de aplicação (utilizando o polegar e o dedo indicador);
- Introduzir a agulha;
- Empurrar o êmbolo (ou botão, em caso das canetas) para introduzir a insulina;
- Esperar 5 segundos nos casos das seringas e 10 segundos nos casos das canetas, antes de retirar a agulha da pele, pois se retirada imediatamente após a aplicação ocorre perda de gotas de medicação;
- Retirar a agulha da pele;
- Soltar a prega subcutânea
Rodízio entre os locais de aplicação:
- Importante , pois essa conduta diminui o risco de complicações na região da aplicação, tal como a hipertrofia (pontos endurecidos abaixo da pele) ou atrofia (depressões no relevo da pele ocasionado por perda de gordura).
- Aguardar pelo menos 14 dias para voltar a aplicar no mesmo ponto. A distância entre dois pontos de aplicação deve ser de mais ou menos três centímetros (dois dedos).
Conservar a insulina:
- Na geladeira o frasco que não estiver em uso, de preferência nas gavetas baixas.
- Deve ser retirado somente o frasco que estiver sendo utilizado que tem duração de 30 dias fora da geladeira. Devendo ser mantidos em temperatura ambiente, mas longe do sol ou qualquer fonte de calor.
É bom dizer também que qualquer dúvida na hora da aplicação da insulina entre em contato com um profissional da saúde de sua confiança.
Fonte: site minhavida e BD
Enfª Gleyce do Prado
Coren Df 262.757
quarta-feira, 6 de novembro de 2013
O que é insulina?
Insulina é um hormônio produzido pelo pâncreas, que permite a entrada de glicose nas células para serem transformadas em energia. Pessoas com diabetes podem precisar de aplicações de insulina por diferentes motivos: não produzirem insulina suficiente ou não conseguirem usa-lá adequadamente no organismo.
As injeções de insulina começaram a ser utilizadas para o tratamento do diabetes em 1920.
Atualmente existem diferentes tipos de insulinas, para atender as necessidades de cada paciente. Na prática a aplicação de insulina tornou-se praticamente indolor graças as inovações das agulhas e canetas.
Quase toda insulina comercializada atualmente é conhecida como insulina humana; desenvolvida por cientistas em laboratório á partir da tecnologia de DNA recombinante e se assemelha muito com a insulina produzida pelo prâncreas humano.
A insulina usada no tratamento do diabetes não pode ser tomada em pílulas ou cápsulas, pois as substâncias do estômago interferem em sua eficácia. Com o avanço das pesquisas na área essa realidade talvez seja viável no futuro, mas no momento a única maneira de consumir insulina é através de injeções.
A forma mais moderna de se aplicar insulina atualmente é pela Bomba de Insulina, que é um aparelho que possui uma cânula flexível que fica acoplado abaixo da pele do paciente (região subcutânea) e vai liberando de forma gradativa microdoses de insulina ao longo do dia e também durante as refeições (se assemelhando ao funcionamento do pâncreas de uma pessoa sem diabetes), auxiliando a melhorar os níveis glicêmicos e evitando futuras complicações da doença. Saiba mais em: http://bombadeinsulina.com.br/
Fonte: site BD
Enfª Gleyce do Prado
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quinta-feira, 31 de outubro de 2013
Atividade física e o diabetes: melhor qualidade de vida
A atividade física regular é essencial e de grande benefício para o controle do diabetes e de condições associadas como hipertensão arterial, a obesidade e a hipercolesterolemia (aumento do mau colesterol e dos triglicerídeos no organismo). Além de melhorar essas condições a atividade física melhora o condicionamento físico, as dores musculares, articulares, dá sensação de bem estar, melhora o humor e a autoestima.
Caminhar, subir escadas, andar de bicicleta, trabalhar no jardim ou dançar são exemplos de atividade física. No entanto para se ter benefícios para a saúde a atividade física deve ser de pelo menos 150 minutos semanais.
Desde 1922 vários autores verificaram a interação da insulina com a atividade física e os benefícios no tratamento do diabetes. A partir de então a tríade dieta, medicamento e exercícios, fundamentados num processo educacional, formam o princípio do tratamento desta doença.
A maioria dos efeitos diretos da atividade física ocorre porque o exercício ajuda a normalizar a glicose sanguínea, diminuindo a resistência a insulina e melhorando a sensibilidade a ela.
Estudos mostram que pessoas fisicamente ativas tem menos probabilidade de desenvolver diabetes do que indivíduos fisicamente inativos.
Em adição a diminuição da glicemia e ao aumento da sensibilidade à insulina, o exercício regular melhora vários dos fatores de risco de doenças cardiovasculares.
A prática regular de exercícios físicos pode acarretar uma diminuição da dosagem de insulina, e sua importância é fundamental nas terapias onde se objetiva uma menor dosagem de insulina a ser administrada pelo paciente insulino- dependente.
Aproximadamente 60% dos pacientes com diabetes tipo 2 são obesos no momento do diagnóstico. Provavelmente a distribuição central de gordura é fator de risco para desenvolvimento do diabetes tipo 2, uma vez que a adiposidade na área abdominal eleva a probabilidade de que o indivíduo desenvolva resistência a insulina. A atividade física ajuda prevenir o diabetes tipo 2 não somente diminuindo a adiposidade, mas também afetando a resistência à insulina e a tolerância a glicose.
A atividade física também pode ser benéfica nos casos de estresse. Estresse este que pode influenciar no controle glicêmico, pois o estresse psicossocial exerce um efeito direto nos mecanismos reguladores neuroendócrinos, que por sua vez influenciam no controle metabólico e glicêmico. A prática de exercícios promove benefícios fisiológicos e psicológicos sendo o aspecto de lazer e entretenimento proporcionado pela prática de atividade física e esportiva altamente desejável.
Fonte: Sociedade Brasileira de Diabetes,
Site: saudeemmovimento
Enfª Gleyce do Prado
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segunda-feira, 28 de outubro de 2013
Diabetes fora de controle
Os hábitos alimentares inadequados, a falta de atividade física e o tabagismo estão fazendo o exército de diabéticos aumentar em proporções epidêmicas no Brasil. Em três anos o número de brasileiros diagnosticados com a doença cresceu 76% e o número de pessoas que têm a doença no país já supera as previsões feitas há dois anos para 2030, quando se esperava ter 12,7 milhões de diabéticos. Em 2010, o total de doentes era de 7,6 milhões em três anos pulou para 13,4 milhões, sendo 90% deles com a forma adquirida da doença, o chamado diabetes tipo 2, que tem relação direta com o estilo de vida.
A grande maioria (87%) acredita que evitar muito açúcar é a principal forma de combater o diabetes e 23% dos brasileiros nunca fizeram algum teste na vida para o diagnóstico da doença.
Foi divulgado na semana passada pelo Ibope (Instituto Brasileiro de Opinião Pública e Estatística) um estudo no qual foram entrevistado 1.106 pessoas em Belo Horizonte, Brasília, Rio de Janeiro, São Paulo, Recife e Porto Alegre. Desse universo 9% se declararam diabéticos, número inferior à média nacional, que é de 12% e 47% responderam não ingerir frutas e vegetais diariamente. 31% declararam ter diabetes tipo 1, 29% diabetes tipo 2 e 34% não souberam informar qual o tipo.
Com o cenário atual, o Brasil, passou de quinto para quarto país do mundo em diabéticos atrás apenas da China, Índia e Estados Unidos. O diabetes está em expansão no mundo todo. E a população doente pode ser ainda maior, já que muitos ainda não têm o diagnóstico, explica o presidente da Sociedade Brasileira de Diabetes (SBD), Balduino Tschiedel.
Pelo menos 80% dos diabéticos tipo 2 têm sobrepeso ou obesidade, desses apenas 26% estão com a doença controlada.
O diabetes hoje mata mais que o trânsito e quatro vezes mais que a Aids. Entre 2000 e 2010, 470 mil pessoas no país perderam a vida em consequência das complicações da doença.
Queremos chacoalhar as pessoas para o fato de que atividade física regular, a alimentação balanceada e a interrupção do fumo são alguns dos fatores primordiais para prevenção do diabetes tipo 2.
Fonte: Correio Brasiliense
Enfª Gleyce do Prado
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quarta-feira, 16 de outubro de 2013
Como é feito o diagnóstico para diabetes
A evolução para o diabetes tipo 2 (DM2) ocorre ao longo de um período de tempo variável, passando por estágios intermediários que recebem o nome de glicemia de jejum alterada e tolerância a glicose diminuída. Já no diabetes tipo 1 (DM1), o início geralmente é abrupto e com sintomas que demonstram de maneira sólida a presença da doença.
Em 1997, o critério de diagnóstico foi modificado pela American Diabetes Association (ADA), posteriormente aceito pela Organização Mundial da Saúde (OMS) e pela Sociedade Brasileira de Diabetes (SBD).
As modificações foram realizadas a fim de prevenir as complicações da doença.
Atualmente são 3 os critérios para o diagnóstico de Diabetes Mellitus (DM):
- Sintomas de muita sede, aumento de volume urinário e perda de peso com glicemia acima de 200 mg/dl.
- Glicemia de jejum maior ou igual a 126 mg/dl. Em caso de pequenas elevações de glicemia deve-se confirmar o diagnóstico pela repetição do teste em outro dia.
- Glicemia acima de 200 mg/dl após 2 horas de ingesta de 75g de glicose.
Valores de glicose plasmática em (mg/dl) para
diagnóstico de Diabetes Mellitus e seus estágios pré clínicos
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Categoria
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Jejum
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2 horas
após ingesta 75g de glicose
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Casual
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Glicemia
normal
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Menor que 100
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Menor que 140
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-
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Tolerância
a glicose diminuída
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Maior que 100 e menor que 126
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Igual ou superior a 140 e menor que 200
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-
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Diabetes
Melitus
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Igual ou superior a 126
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Igual ou superior a 200
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Igual ou superior a 200 com sintomas
clássicos
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quarta-feira, 9 de outubro de 2013
Uma receita deliciosa especialmente pra você!
A alimentação tem um papel importante na vida do paciente diabético. E ao contrário do que muitos pensam, é possível comer de tudo, desde que haja moderação e bom senso, sempre levando em consideração fatores como peso, altura, estado nutricional, atividades e hábitos em geral.
Aqui vai uma receita saudável pra você:
Torta de brócolis
- Rendimento: 12 porções CALORIAS: 103 Kcal
PROTEÍNAS: 5g
CARBOIDRATOS: 15g
GORDURAS:3g
Ingredientes
-
1 tablete de fermento biológico fresco
½ xic. chá de água morna
1 col. chá de açúcar
1 col. chá de sal
1 clara
50g margarina light
200g farinha de trigo integral
farinha de trigo integral para polvilhar a superfície
RECHEIO
1 col. sopa de óleo vegetal
1 dente de alho picado
1 cebola picada
1 maço de brócolis (só os buquês)
1 tomate médio sem sementes picado
½ xic. chá de queijo cottage
sal
Modo de Preparo
Em um recipiente fundo, misture o fermento, a água, o açúcar e o sal. Deixe crescer por 10 minutos.Acrescente a clara, a margarina, a farinha e amasse até soltar das mãos. Se necessário, acrescente mais farinha.
Coloque a massa em uma superfície polvilhada com farinha de trigo integral e amasse até ficar lisa e desgrudar das mãos. Deixe crescer até dobrar de volume.
RECHEIO
Em uma panela aqueça o óleo, doure o alho, a cebola, junte os buquês de brócolis e refogue em fogo brando por 5 minutos. Adicione o tomate, o queijo cottage e tempere com sal a gosto. Reserve até esfriar.
Abra a massa sobre uma superfície polvilhada com farinha de trigo integral. Forre com a massa o fundo e as laterais de uma forma de 30cm de diâmetro, fure o fundo com um garfo, coloque o recheio já frio e leve ao forno preaquecido por aproximadamente 20 minutos.
Fonte: site- starbem
Enf Gleyce do Prado
Coren Df 262 757
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